
Vago aos prantos nos campos do silêncio.
Ando entre rosas tristes repletas de solidão.
Vejo um botão se abrir para que eu possa sentir a harmonia triste da natureza.
Sou guiado pelo cheiro dos orvalhos, envolvendo uma flor vermelha e singela.
Deparo-me com os portões do grande jardim que é refletido nos meus sonhos.
Encanto-me ao enxergar o lago que inundei com minhas lágrimas.
Sigo, sou apenas o um ser, sem rumo, ao encontro da realização, da certeza do que quero, contrastando com a insegurança do meu caminho.
Eis que surge o grande causador da minha amargura.
Deparo-me com meu semblante refletido num espelho que me revela a doce contradição da imagem.
Agora só o que me falta encontrar a dona daquela voz que me fez refletir sobre o nada que habita em mim.
Ando entre rosas tristes repletas de solidão.
Vejo um botão se abrir para que eu possa sentir a harmonia triste da natureza.
Sou guiado pelo cheiro dos orvalhos, envolvendo uma flor vermelha e singela.
Deparo-me com os portões do grande jardim que é refletido nos meus sonhos.
Encanto-me ao enxergar o lago que inundei com minhas lágrimas.
Sigo, sou apenas o um ser, sem rumo, ao encontro da realização, da certeza do que quero, contrastando com a insegurança do meu caminho.
Eis que surge o grande causador da minha amargura.
Deparo-me com meu semblante refletido num espelho que me revela a doce contradição da imagem.
Agora só o que me falta encontrar a dona daquela voz que me fez refletir sobre o nada que habita em mim.